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« em: Novembro 22, 2010, 10:12:45 » |
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Preciso de um conselho, de uma ajuda, de uma opinião. Há três anos que gosto de um rapaz, eu apaixonei-me por ele, pela sua maneira de ser, e pela sua maneira unica de me tratar. Começou por ser ele a gostar de mim, fazia de tudo para estar nem um segundo comigo, chegou ao ponto, de ficar à janela da sua casa uma tarde inteira porque sabia que a qualquer momento eu iria lá passar. Quando começamos a namorar gozavam comigo, pois ele não era bonito, usava oculos assim e assado, mas para mim era perfeito, namorámos 6 meses, de repente ele muda da noite para o dia, deixou de ser o menino que era gozado, ficou com demasiada mania e no ultimos mês ele começou a ficar ausente, não me dava atenção, chamei-lhe a atenção várias vezes ele dizia que andava muito ocupado, de repente fui vendo uma amizade diferente a crescer entre ele e uma amiga dele, fiquei com ciumes e acabei. Eu e ele continuámos a falar, e quando estavamos quase a voltar ao normal, ele diz-me que já não quer nada, pois gostava da amiga dele, eu tentei ajudá-lo porque apesar de tudo só o queria feliz, mas passado nem chegou a um mês ele disse-me que tinha saudades minhas e de tudo o que passamos, e no dia que nos iriamos encontrar ele manda-me uma mensagem a dizer que tinha curtido com outra, eu fiquei magoada, mas afinal de contas era a mim que ele dizia que me amava, depois já me disse que estava indeciso entre mim e outra, mas que era por mim o sentimento mais forte, apesar disso foi com ela que ele se encontrou, entristeceu-me mas continuei a lutar, foi assim sempre durante muito tempo, ele dizia que me amava, e quando via que supostamente via que "me tinha na mão", mostrava-se a lixar para os meus sentimentos. Entretanto começou a curtir com uma das minhas melhores amigas, que entretanto me deixou de falar (outros assuntos não para aqui chamados) e enquanto isso mandava-me mensagens a dizer que estava com ela, mas era de mim que gostava, foi aí que meti um ponto final, para mim tudo acabou aí deixei de lhe dar conversa, deixei de lhe falar, e tudo se tornou mais fácil, até um dia passado três meses ele me convidar para o baile dele, eu fui, e ele começou a namorar com essa minha amiga na minha frente nunca me senti daquela forna, senti o mundo a cair-me aos pés um enorme vazio, não sabia que fazer, até chegar o verão, ele acabou com ela porque supostamente era de mim que gostava, prometeu mudar, e demonstrou mudar, passado uma semana acaba tudo novamente, voltámos e entretanto, vem a festa popular da zona, na qual ele quis acabar comigo, e na minha opinião ou pelo menos foi o que senti, julgo que terá sido para puder fazer novos conhecimentos, curtir a festa tal como eles gostam. Eu andei que nem uma otária atrás dele, e perdi a virgindade com ele no ultimo dia da festa, no dia seguinte ele me deixou, voltámos quando a escola começou, e depois de voltarmos a fazê-lo ele voltou a acabar comigo, eu andei que nem uma louca a tentar que tudo ficasse bem, e ele apenas me usava, estava comigo de manhã na minha casa, e à tarde quando passava por ele ele fingia não me conhecer, tinha conversas "porcas" por msn, e por sms, e combinava encontros com outras raparigas. eu sempre fui uma rapariga muito requisitada e então andava um rapaz muito bonito atrás de mim, e assim que soube que eu andava a sofrer quis logo dar o seu apoio, eu farta da situação com o meu namorado fui na conversa do tal rapaz e deixei-me levar, foi ai que o meu namorado, abriu os olhos, e mudou a sério, demonstrou mudar, começou a tratar-me como uma princesa, fazia tudo para me agradar.. Agora namoramos à cerca de 9 meses foram os mais felizes da minha vda, mas neste momento estamos a dar um tempo, pois eu devido às minhas inseguranças do passado, comecei a sentir-me menos desejada, ele parecia não demonstrar o que sentia, não me dar valor, e começou a dar a entender que me tinha como garantida, eu chamei-lhe a atenção e ele agiu como se estivesse a lixar, eu fiquei realemnte desiludida e de cabeça quente e insegura ameacei acabar, e ele voltou a agir como se eu não fosse capaz como se me tivesse como garantida, temos discutido imenso, e soube que a primeira coisa que ele fez foi contar a duas das amigas com quem ele tinha as tais "conversas porcas" que tinhamos acabado fiz logo um filme acerca disse, e ele admitiu que tinha agido mal pediu-me desculpa e disse que apenas precisava de falar porque não era só eu que estava mal, ele pediu-me um tempo porque queria que isto resultasse, queria voltar a fazer-me acreditar nele, e no que ele sentia, eu dei mas a verdade é que estou muitissimo insegura, ele parece não querer mudar nada, ainda hoje fizemos companhia um ao outro, para nos despedir-mos eu dei-lhe um abraço pois a melhor coisa que posso receber é um, abraço ao qual ele parece ter reagido friamente, ele disse que amou eu ter-lhe dado o abraço mas que o deixou triste, devido a tudo isto tenho passado as noites em branco sempre a pensar no mesmo, não sei que fazer, sinto-me mesmo mal, vazia...
Queria uma opinião
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« Última modificação: Novembro 22, 2010, 10:16:21 por sem nome »
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AlfmaniaK
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« Responder #1 em: Novembro 23, 2010, 02:24:01 » |
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Bom... vejamos... a vida... enfim... vou directo ao assunto: três anos de vida sentimental quase que deitados ao lixo. "Quase" porque ainda estás a tempo de te levantares, olhares para o que acabaste de escrever, tentar perceber porque é que achas que está mal e evitar repetir o mesmo no futuro. (dica, tenta outro fulano... o mais provável é encontrares outro como ele... porém terás a vantagem de que agora quem abusa és tu)
edit: e sê feliz!
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« Última modificação: Novembro 23, 2010, 02:25:50 por AlfmaniaK »
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« Responder #2 em: Novembro 24, 2010, 04:26:42 » |
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Custa seguir em frente e esquecer tudo.
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lavieenrose
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« Responder #3 em: Novembro 24, 2010, 06:06:50 » |
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Quanto mais tempo estiveres nessa situação mais dificil vai ser esqueceres. A melhor maneira de dares a volta por cima é fingindo que ele não te interessa minimamente porque isso vai lixá-lo e quando deres por isso ele não te interessa mesmo. E se, passado um tempo, ele mostrar interesse em ti ( o que é provável que aconteça ) diz-lhe que não e mostra indiferença, nem sequer mostres que estás magoada porque isso fá-lo feliz. Se te mantiveres ocupada é mais fácil esqueceres ( lê, vai ao cinema, sai com as amigas, etc. )
Aconselho-te a leres Porque os Homens Amam as Mulheres Poderosas da autora Sherry Argov.
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« Última modificação: Novembro 24, 2010, 07:15:41 por lavieenrose »
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lavieenrose
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« Responder #4 em: Novembro 24, 2010, 08:25:19 » |
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Deixa-me contar-te o que aconteceu num relacionamento que tive ( um dos vários ), para que vejas que eu fiz o que te estou a aconselhar a fazer. Aos 18 anos eu namorava com um gajo de 28. Para além da óbvia diferença de idades, havia uma diferença cultural e social enorme. Eu estava no 1.º Ano da faculdade com perspectivas de vir a ter um emprego estável e razoavelmente bem pago, ele tinha o 6.º Ano de escolaridade, era segurança e não tinha estabilidade laboral. Sabes o que é que ele me fazia ? Marcava encontros e não aparecia. Quando o encontro era no emprego dele, ou seja, eu ia lá ter, tudo bem, mas se marcassemos para o dia seguinte em tal sítio ele não aparecia. Basicamente o gajo era um baldas e também era burro como as portas. Certa vez, uma gaja que tinha inveja de mim, foi inventar que eu tinha telefonado para o emprego dela a fazer uma cena de ciúmes e...ele acreditou ! O gajo era tão estúpido que me deixou sem qualquer explicação, eu só soube o porquê por portas e travessas. Passado um tempo, quando o relacionamento com a tal gaja deu para o torto, voltou a procurar-me e eu, tonta, voltei para ele. Quando quis conversar sobre o que se tinha passado ele não quis falar no assunto, ou seja, era tão burro que nem sequer aprendia com os erros. A páginas tantas começou a evitar-me e eu não percebia porquê, até que consegui que ele atendesse o telefone e disse-lhe : "- Eu já percebi que não queres namorar comigo, mas pelo menos gostava de saber porquê ." "- Ah...é que há outra mulher..." "- Custou-te muito dizer isso ?" Eu não compreendia como é que ele me tinha trocado por uma gorda sem classe nenhuma quando eu era uma rapariga bonita e bem feita de corpo, mas resolvi não pensar mais no assunto. Uns dois ou três meses depois a relação dele com a outra deu para o torto e ele veio procurar-me. Fiquei a saber que a outra era pipoqueira de profissão, sim, pipoqueira, vendia pipocas na rua e que só me trocou por ela porque estava farto de aturar a mãe e, como a outra tinha casa, era a forma mais rápida de se livrar da progenitora. O ridículo da situação é que ele nem vivia com a mãe. Desta vez eu já não quis voltar para ele. Uns anos mais tarde, eu ia na rua e ele passou por mim. Fingi que não o vi, mas passado pouco tempo ele telefonou-me para eu ir ter com ele porque estava a trabalhar perto da minha casa, ou seja, queria sexo fácil. Aproveitei para me divertir, e pedi-lhe para deixar a mulher com quem vivia há vários anos e o filho de ambos e ele só dizia : "- Não posso, sabes que não posso fazer isso." Coitado, ele não podia deixar a mulher e o filho mas podia andar a fazer sexo com outra ! Às tantas o gajo estava farto de tanta conversa e só dizia : "- Vem cá ter ! Vem cá ter !" E eu : "- Vou já para aí !" Mas não fui. Passado um tempo tocou o telefone e eu pedi à minha mãe para dizer que eu não estava. O gajo era tão estúpido que ainda voltou a telefonar, eu atendi e ele desligou. A tua situação não é assim tão diferente. Se ele não te dá valor e te trata mal ignora-o.
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« Última modificação: Novembro 25, 2010, 01:28:26 por lavieenrose »
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AlfmaniaK
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« Responder #5 em: Novembro 24, 2010, 09:31:58 » |
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Off-topic A sério é que é que vêem nesses fulanos para dar segundas, terceiras e várias oportunidades? São bons na cama? Cheiram melhor que os outros? A sério, faz-me confusão porque é que são sempre os mesmos que conseguem as raparigas todas!!!! (pronto, está feito o meu desabafo) 
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lavieenrose
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« Responder #6 em: Novembro 25, 2010, 08:19:19 » |
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Creio que gostava dele por ser parecido com o meu pai, ou seja tinha um Q.I. baixo e qualquer pessoa o manipulava menos eu que lhe queria bem. As raparigas tendem a procurar, inconscientemente, um parceiro parecido com o pai e quando não recebem atenção do progenitor ficam desesperadas por atenção masculina. Como a maioria dos homens se estão nas tintas para as filhas é fácil entender o ciclo vicioso. Quando vires uma mulher que se deixa maltratar pelo companheiro , tenta descobrir a relação que ela tem com o pai e verás que é ignorada e/ou maltratada por ele. Por isso vês porque é que eu aguentava ser mal tratada, era igual ao que eu tinha em casa por isso , para mim era (quase) normal. Hoje em dia, o facto de saber isto, que li em livros e vi em programas de t.v., protege-me, mas naquela época não fazia ideia.
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« Última modificação: Novembro 25, 2010, 08:26:33 por lavieenrose »
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lavieenrose
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« Responder #7 em: Novembro 25, 2010, 11:29:48 » |
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Para compreenderes melhor, lê este artigo escrito por um psicólogo.
Características da mulher que ama demais:
É geralmente uma mulher que cresceu numa família disfuncional na qual suas necessidades emocionais não foram atendidas. Tendo recebido pouca atenção quando criança, tenta diminuir sua carência tornando-se uma pessoa altruísta, que dá aos outros mais do que lhe é pedido, esperando receber em troca o carinho de que necessita.
Como nunca foi capaz de transformar seus pais em pessoas mais carinhosas e atenciosas, inconscientemente procura um parceiro pouco atencioso e emocionalmente indisponível, que ela tenta mudar através do seu amor, repetindo assim o comportamento que tinha dentro de sua família disfuncional de origem. A mulher que ama demais não foi amada nem aprendeu a amar de forma saudável, por isso repete o mesmo comportamento com o parceiro. Com medo de ser abandonada, fará de tudo para evitar que o relacionamento acabe. Nada lhe parece pouco, leva muito tempo ou é muito caro se for para "ajudar" ao parceiro. Acostumada à falta de amor nas relações pessoais, está disposta a abrir mão do seu tempo, sonhos e metas para agradar ao parceiro e manter o relacionamento.
Sua auto-estima é extremamente baixa e, no fundo, não acredita que mereça ser feliz. É dependente do parceiro e da dor emocional que um relacionamento disfuncional lhe proporciona. Essa dor é, na verdade, a única forma de contato que tem com seus próprios sentimentos. A mulher que ama demais cresceu com essa dor, e confunde-a com amor.
Essa confusão se dá na infância, quando a criança não consegue entender como é que os seus próprios pais, que deveriam amá-la, possam tratá-la mal, ser negligentes ou mentir para ela ao mesmo tempo. A estrutura emocional da criança não suporta a verdade de que os pais não a amam tanto assim, por isso refugia-se no imaginário e associa a dor que sente a uma forma de amor. Portanto, para ela dor e amor são a mesma coisa, e repete esse padrão de comportamento pelo resto da vida.
A mulher que ama demais tem necessidade de controlar as pessoas e os relacionamentos, por medo de perda, por carência e por insegurança. Mas disfarça esse controle, colocando-se como uma pessoa prestativa, sempre pronta a ajudar.
Idealiza os relacionamentos ao invés de enxergar a situação real como ela é. Por esse motivo, acaba envolvendo-se com pessoas cuja vida emocional é caótica, incerta e sofrida. A mulher que ama demais é incapaz de enxergar seus próprios problemas, por isso procura pessoas complicadas que precisem de sua ajuda e que tenta mudar. É, na verdade, uma maneira de escapar de seus próprios problemas. Lembre-se de que para ela dor e amor são a mesma coisa, a nível inconsciente.
Se enfrentasse seus próprios problemas, se tentasse se conhecer, essa relação amor/dor perderia o sentido, assim como sua própria vida emocional perderia sua base. O medo do vazio faz com que se agarre com unhas e dentes a essas situações emocionalmente caóticas - nesse cenário, sabe como "sobreviver". E se, por acaso, o relacionamento acaba e entra em depressão, procura rapidamente um novo relacionamento instável com um homem emocionalmente desequilibrado.
Na sua visão deturpada da realidade, a mulher que ama demais acha "bonzinhos e chatos" os homens gentis, seguros e genuinamente interessados nela . Ela não aprendeu ainda a amar e a ser amada, só a sentir dor, por isso procura INCONSCIENTEMENTE homens que a façam sofrer.
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« Responder #8 em: Novembro 25, 2010, 01:39:38 » |
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Já agora um parentesis sobre mim, eu nunca tive nenhum namorado "bonzinho e chato". Tive mesmo, mesmo muito azar nos relacionamentos. E, mais uma coisa, essas características que o psicólogo refere no artigo são, pelo que eu percebo, o padrão normal , ou seja, ele não refere que cada caso é um caso e que cada mulher tem outras características que podem pesar no relacionamento. Por exemplo no meu caso, eu só aturava ser maltratada pelo namorado até certo ponto e penso que isso tem a ver com o facto de o meu pai sempre ter tratado a minha mãe como uma rainha. Basicamente eu esperava vir a ser tratada da mesma forma pelo meu companheiro e tentava que isso acontecesse. Quando via que não conseguia deixava-o.
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« Responder #9 em: Novembro 26, 2010, 05:24:25 » |
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Bem, por tudo isto só tenho a agradecer... pelos conselhos, opiniões.. AlfmaniaK, realmente não sei o porquê, mas penso que quando se gosta, gostasse mesmo, e como é sabido o amor é cego. Quanto à parte de estes conseguirem as raparigas todas, realmente é uma coisa que me intriga pois não és o primeiro que ouço a dizer isso.
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« Responder #10 em: Novembro 26, 2010, 06:07:13 » |
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Eu não posso dizer que o namorado que referi conseguisse as raparigas todas. Acho que a melhor que ele teve fui eu e...no fim perdeu. Calculo que ainda esteja com a mãe do filho que era uma desgraçada que teve de dar o "golpe da barriga" para conseguir agarrá-lo. Sei que ela só conseguiu acabar a 4.ª classe aos 15 anos portanto a inteligência não deve ser muita, era obesa (120 Kg ) e diabética e era doméstica. E sei, de fonte segura, que fazia sexo oral a homens em grupo. Eu se fosse homem não teria inveja dele, nem de outros como ele, porque a experiência ensinou-me que acabam mal. É como se alguém tivesse a jogar um jogo de cartas e, por sorte, lhe calhassem vários trunfos e fosse vencendo cada jogada , mas depois, por falta de capacidades não conseguisse vencer o jogo. E isso não deixa de ser patético. Eu nunca tive ninguém que me aconselhasse e que me desse sugestões e quando tinha 18 anos não havia Net . Os meus pais estavam-se nas tintas e os meus "amigos" não prestavam. Acho que tens sorte por haver alguém isento que passou por situações parecidas com a tua querer ajudar-te.
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« Responder #11 em: Novembro 26, 2010, 08:00:58 » |
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O que é certo é que eu e o rapaz estamos cada vez pior, ele age com indiferença, e para além disso tem-me como garantida, estou a considerar fazer aquilo que acima me disseste, mostrar que ele não me interessa, pode ser que me leve a algum lado e que eu consiga sair deste inferno :/
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« Responder #12 em: Novembro 26, 2010, 08:45:27 » |
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Mostra que te estás nas tintas. Faz com que ele te veja com amigas a divertirem-se. Mas não lhe tentes fazer ciúmes porque isso só pode ter dois resultados : ou ele se está nas tintas para ti e o facto de te ver numa situação comprometedora só vai reforçar o desinteresse que tem, ou ainda tem algum interesse e vai perdê-lo imediatamente se te vir com outro. É que os homens não são como nós, se a mulher se mete com outro eles não perdoam. Dá a volta por cima, mostra que ele te é indiferente.
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lavieenrose
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« Responder #13 em: Novembro 27, 2010, 12:01:20 » |
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Homens Que Amam de Menos
“As pessoas têm falado muito ultimamente na figura da mulher que se instala em relações de sofrimento, que, para ter um companheiro, pagam qualquer preço, e têm extrema dificuldade de romper com tais relacionamentos. São as chamadas mulheres que amam demais. Para a existência do comportamento dessas mulheres que parecem amar tanto a ponto de aceitarem maus-tratos, desprezo e indiferença, é preciso a presença de outra figura importante para completar a montagem perversa: “homens que amam de menos”.
O namoro, o casamento, a família e a amizade são instituições nas quais devemos exercitar a operacionalizar o sentimento do amor. A relação homem e mulher, além de ser básica, deveria ser a mais prazerosa, já que inclui, entre outras coisas, o companheirismo, a sexualidade e a construtividade do futuro. Por que tanta hostilidade, tanto confronto, tanto sofrimento, tanta humilhação?
Só há uma resposta: a incapacidade de amar.
Essa doença, na forma de dominação e posse, acomete principalmente a figura masculina enquanto que a forma de desamor mais comum nas mulheres é a submissão, a dependência, a renúncia, confundida muitas vezes com o amor. Por isso é que há um grande equívoco em nomear as mulheres que perderam o auto-amor e a dignidade e que se sujeitam à violência masculina como mulheres que amam demais. Não há nenhum amor aí. Toda doença emocional é falta de amor.
No homem, a incompetência para lidar com o afecto e a ternura aparece sob a forma de abuso de poder, de autoritarismo e de certo prazer camuflado em ver a mulher sofrer. Essa incapacidade amorosa de alguns homens tem várias razões. A primeira delas remonta à relação que o homem teve na infância na sua primeira experiência com mulher: com a mãe. Ou foram muito protegidos pelas mães e não aprenderam que o outro existe com necessidades afectivas também. Por isso querem receber sempre toda a atenção da mulher sem nenhuma reciprocidade. E quanto mais a mulher se anula para atendê-los, mais satisfeitos se sentem. Seu nível de exigência é sem limite e a mulher à sua volta se sente constantemente em falta, com culpa, com a incumbência de fazê-los felizes, o que é impossível por dois motivos: primeiro porque ninguém faz ninguém feliz e segundo porque eles são insaciáveis.
Ou então não foram amados pelas mães e nem sabem o que é amar. O apego que as mulheres desenvolvem é acompanhado de uma raiva reprimida à figura feminina, traduzida nas formas de relacionamento tão denunciadas pelas mulheres: frieza, críticas, impaciência, irritação, ar de superioridade e o famoso jogo do desprezo, do abandono e do ciúme. No fundo, eles maltratam as mulheres por medo da rejeição. Fazem questão de sentir superiores, tendo sempre razão. As brigas constantes não têm por objectivo resolver os problemas, mas destruir a figura feminina, culpando-a pelo fracasso do relacionamento.
“Seu ciúme acabou com nosso relacionamento”, dizia um marido, sem se perguntar de que maneira ele alimentava o ciúme da mulher, com indiferenças, ameaças de separação, críticas etc, ou de que maneira poderiam fazer uma terapia de casal para aprender a amar. Nesse caso, a própria separação é mais um ato de desprezo e vingança à figura feminina.
Os homens que amam de menos terão dificuldade em qualquer namoro ou casamento que venham a ter porque sua incapacidade de amar é o verdadeiro problema. Conhecemos bem o deficiente físico ou o deficiente intelectual e não prestamos atenção aos deficientes afectivos. Se para andar precisamos das pernas e da competência motora, para nos relacionar bem precisamos da competência amorosa. Há pessoas que não sabem ou não conseguem amar. Sofrem e produzem sofrimento em quem delas se aproxima ou com elas convive. O medo do abandono, da rejeição e da traição de serem magoados coloca os homens que amam de menos numa posição de defesa com relação a suas parceiras. Em casos extremos, são capazes de agredir fisicamente a até matar suas mulheres.
Homens que amam de menos e mulheres que amam demais são neuroticamente complementares. Daí a dificuldade de se separarem. Permanecem durante anos nesse jogo em que uns sentem prazer em bater e outros em apanhar.
É comum, nesses casais, nos intervalos das cenas de violência, juras de amor, a prática compulsiva de sexo e o pedido apaixonado de perdão. Como, porém a causa fundamental é a incapacidade de amar, logo em seguida recaem na repetição do drama e da dor. O contrário do amor é o medo. E a louca solução encontrada é destruir o objecto do medo, que deveria ser o objecto do amor. Maltratar e desprezar a pessoa que se diz amar. O que salva é que a invalidez amorosa tem cura, não é uma invalidez permanente. Todo processo terapêutico, todo processo religioso tem por objectivo nos ensinar a amar.
Quando descobrimos que a única solução para sermos felizes é o amor, quando percebemos nossa dificuldade de amar, estaremos entrando na senda da felicidade. Sem amor nos enredamos pela teia da competição e hostilidade com o outro, gerando em nós e em nossos relacionamentos um profundo vazio, tédio e depressão.”
Antônio Roberto
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shy_boy
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é engraçado ficar corado ;)
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« Responder #14 em: Novembro 27, 2010, 09:12:35 » |
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boas noites Sem Nome. Após ler o que escreveste tenho a dizer que o teu namorado é um grande canalha para não o chamar outra coisa. vou-te dar a minha opinião. Acaba com ele, apesar de que o tempo que tu passaste com ele e ele contigo foram bons, pah sugeria-te a deixares isso e repousares uns bons meses. Já estive numa situação semelhante a tua e digo-te que a melhor coisa que eu fiz foi deixar a rapariga de quem eu amava. Pode custar um bocado nos primeiros meses, mas depois passado alguns meses verá que já não te iras sentir nesse tal inferno e que te sentes melhor, a ferida pode continuar mas não te impede de procurares outra pessoa  . isto é a minha opinião. Espero ter ajudado e não o inverso ^^ comprimentos   e as melhoras 
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